É possível vencer os riscos de uma conversa “democrática”?

É possível vencer os riscos de uma conversa “democrática”?

Nos bastidores globais, o fato ainda repercute. Bial deve estar arrependido por ter sugerido Luciano Huck para uma “conversa”! Ele tomou as rédeas na armadilha que se assanhava! Bem que Bial tentou disfarçar, falando um pouco sobre família dele e os acidentes que fizeram a diferença na vida do casal “Angelical”. Ao ser provocado sobre a “corrida presidencial para 2022”, acho que ele pensou mas não disse: “uma facada no estômago pode interromper qualquer sonho em um País onde a Lei não existe. Homicidas adquirem o direito de depois ficarem presos em casas de repouso, com 180 canais de TV à disposição e o sigilo do celular protegido pela justiça”! Luciano só admitiu: “de repente, em uma fração de segundos, a nossa vida vira um caos“. O comunicador vai ocupar o Domingão com novas ideias e quer trazer debates que PODEM MELHORAR NOSSA VIDA NO PAÍS. Que bom! Muitos já estavam em outros canais na hora das inúteis “Danças dos Famosos” e das “videocassetadas“ do Faustão! Palavras como “ditadura” e “democracia” não puderam ser usadas dessa vez por Bial: Huck destacou o trabalho eficiente do Exército Brasileiro no HAITI e revelou que seus temas abordam a impossibilidade de brasileiros comuns mudarem suas vidas. “Política Não Partidária sempre fez parte da minha vida”! Mas existe isso? Muitos o consideraram “inverossímil”! Pediram até que sua fala fosse analisada por um polígrafo. Uma ideia que podia ser aplicada também para os políticos do Brasil!

Redação Página 1

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