Documentário ‘A religiosidade Afro-brasileira em Castro’ é elogiado em sua estreia

Documentário ‘A religiosidade Afro-brasileira em Castro’ é elogiado em sua estreia

Sandro Adriano Carrilho

Um dia após a estreia do documentário ‘A Religiosidade Afro-brasileira em Castro’, exibido na noite de quarta-feira (5), na Casa da Praça, para um público superior a 80 pessoas, um dos produtores do filme, Saulo Christóforo, voltou a falar com a reportagem do Página Um News. Bastante entusiasmado com a repercussão, disse que “a estreia foi bacana, muito positiva, superou as expectativas. Todos que participaram do documentário foram ao lançamento, assim como adeptos de oração em ‘terreiros’, inclusive trajados de branco”.

Perguntado qual foi a reação do público, o produtor respondeu que “de muito interesse pelo resultado da obra. A partir do momento do ‘play’ do filme, todo mundo, muito concentrado em assistir as falas. Ao final, comoção muito grande, com todas as pessoas aplaudindo em pé, por quase um minuto, demonstrando estarem felizes e emocionadas com o que viram”.
Saulo e a esposa Vivian, também produtora desse documentário, entregaram uma lembrança para cada chefe de terreiro e casa de oração, “uma arte produzida dentro do próprio documentário, com a materialização de um desenho trazendo os símbolos dos principais orixás”, descreveu o produtor.
Após a exibição desse filme, também foi oportunizada a fala de cada chefe de ‘casa’, que expressaram a sua emoção.
Saulo, acrescenta, afirmando que com esse documentário a Umbanda castrense foi bem representada.

O documentário

Compilado em 32 minutos, após quase 30 horas de gravação, o trabalho assinado por Saulo Christóforo, fotógrafo, e sua esposa Vivian Veiga, nasceu através da Lei Paulo Gustavo (LPGG), de Fomento à Cultura, via Secretaria Municipal de Cultura, Indústria e Comércio.

“O documentário buscou contar o que é a Umbanda, Quimbanda, Macumba e Candomblé, de maneira a trazer a pluralidade religiosa e a desmistificação quanto a algumas questões ligadas a preconceito, pela falta de conhecimento da expressão de fé”, descreveu Saulo.
Para essa produção foram visitados dois terreiros, três casas de oração, além de dez pessoas entrevistadas, assim como entidades, através de cenas de incorporação, a exemplo do exú ‘Tranca a Rua’, ‘Zé do Morro’, ‘dos Malandros’, ‘Maria Navalha’, e mais uma entidade que tinha relação com o médium, a qual não se declarou”, acrescentou o produtor.

Assista ao documentário, agora:

Redação Página 1

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