Unium desenvolve proteína concentrada de leite em pó, produzido pela primeira vez no Brasil

Unium desenvolve proteína concentrada de leite em pó, produzido pela primeira vez no Brasil

Da Assessoria

Vice-líder na produção de leite no Brasil, de acordo com recente levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná segue inovando no agronegócio. Mesmo durante a pandemia, o estado apresentou crescimento de 6,1% na produção de lácteos e, agora, traz para o mercado uma novidade: o MPC (Milk Protein Concentrate, proteína concentrada de leite, em inglês) no formato “em pó” produzido pela primeira vez no Brasil.

A iniciativa pioneira é da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, que comercializa o produto de alto valor agregado em sacos de 25kg, destinado a indústrias de bebidas funcionais e nutricionais; suplementos alimentares; produtos dietéticos; produtos ricos em proteína; fórmulas infantis; barras de proteína, iogurtes, queijos e até mesmo para segmentos da panificação.

O gerente comercial da Unium, Egidio Maffei, afirma que o MPC faz parte do projeto de posicionamento estratégico da companhia para trazer novas soluções e inovações para o mercado brasileiro e, também, aumento no volume de negócios para os associados das três cooperativas da região dos Campos Gerais. “O MPC em pó traz mais facilidade para a comercialização dessa importante proteína, que serve de matéria-prima para diversas indústrias alimentícias. Assim como nos demais produtos da Unium, mantemos os rígidos controles de qualidade, tanto no processo industrial, quanto no de distribuição dos produtos”, ressalta o gerente comercial.
Produção

O MPC é feito a partir da filtragem do leite para extrair sua proteína e utilizá-la em outros produtos. Na primeira fase do processo, retira-se a gordura do leite (etapa de desnate) e a lactose é enviada para secagem, se transformando em “permeado de leite em pó”. “O resultado final é um produto rico em proteína (70%), que é comercializado para outras indústrias, que, por sua vez, fabricam produtos enriquecidos com o MPC”, finaliza Egidio.

Redação Página 1

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