Exportações do agronegócio cresceram 20,8% no primeiro semestre de 2021

Exportações do agronegócio cresceram 20,8% no primeiro semestre de 2021

Da Assessoria

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, no primeiro semestre de 2021 as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 61,49 bilhões, o que representou um crescimento de 20,8% em relação ao que foi exportado no mesmo período em 2020.

A expansão do valor das vendas externas do agronegócio se deu, principalmente, em função do crescimento dos preços, cujo índice aumentou em 16%, ao mesmo tempo em que o quantum subiu 4,1%. O agronegócio representou 45,3% das exportações totais brasileiras no primeiro semestre de 2021.

O setor de carnes ocupou a segunda posição no ranking de exportações do agronegócio brasileiro no primeiro semestre de 2021 (US$ 9,05 bilhões e 3,75 milhões de toneladas). Na comparação com o ano anterior houve incremento de 9,2% no valor exportado e 5,3% na quantidade, além do aumento de 3,7% no preço médio (US$ 2.324 para US$ 2.411 por tonelada). A carne bovina representou 45,0% do valor exportado pelo setor, somando US$ 4,07 bilhões. As exportações de carne de frango foram responsáveis por 37,6% das vendas externas do setor de carnes no primeiro semestre de 2021 (US$ 3,40 bilhões). Foram exportados US$ 3,26 bilhões em carne de frango in natura (+9,7%) e a quantidade registrada foi recorde para o período: 2,13 milhões de toneladas (5,8%).

Apesar de ter sido o principal destino da carne de frango in natura brasileira, o mercado chinês teve queda de 13,5% em relação a 2020. O aumento nas vendas para a Arábia Saudita (+US$ 90,02 milhões) e México (+US$ 72,90 milhões) foi o principal fator para explicar o desempenho positivo do produto nas vendas externas. Já a carne suína alcançou a cifra de US$ 1,34 bilhão e 554,08 mil toneladas. A carne suína in natura alcançou recorde em valor (US$ 1,27 bilhão) e quantidade (500,50 mil toneladas). A China foi o principal destino dessa proteína (US$ 755,55 milhões ou 59,7% do total) e também o mercado que mais contribuiu para o crescimento nas vendas externas do Brasil (+US$ 182,99 milhões).

*Informações do Boletim Semanal 28/2021 do Departamento de Economia Rural (Deral)

Redação Página 1

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