Colégio de jurados da Raça Holandesa se reúne nesta sexta-feira em Castro

Colégio de jurados da Raça Holandesa se reúne nesta sexta-feira em Castro

Luana Dias

Castro foi a cidade escolhida para sediar o evento de harmonização da formação de juízes da raça holandesa. O encontro, que reunirá profissionais de todo Brasil, ocorre nesta terça, quarta e quinta-feira (31, 1º e 2), na sede da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH), que fica na Cidade do Leite, no Parque de Exposições Dario Macedo.

De acordo com o superintendente da Associação e supervisor do colégio de jurados, Timotheo Silveira, durante o evento todos os jurados da raça, credenciados para atuar no país, irão se encontrar no município para o curso de aperfeiçoamento dos conhecimentos que norteiam a atividade, e atualização de novas técnicas. “Será uma reciclagem de todos os jurados da Raça Holandesa no Brasil, que vão estar reunidos essa semana aqui, num evento chamado de harmonização. Serve basicamente para a padronização de como deve ocorrer um julgamento, aborda novos métodos e alinhamento do olhar dos jurados. O objetivo é melhorar os julgamentos em geral”, destacou.

Durante o curso, os juízes irão julgar, em conjunto, animais na pista, como se estivessem em uma exposição. Todos deverão participar, até que o resultado seja um consenso do grupo. “Terão que se alinhar para que o julgamento seja igual, e vai prevalecer a decisão do colegiado”, explica Silveira.

Com aprovação do Ministério da Agricultura, o curso que acontece em Castro irá dar chancela para que os resultados de exposições nas quais os jurados participantes sejam responsáveis pelo julgamento, sejam considerados oficiais, tanto no Brasil, como fora do país. “Todo esse movimento precisa ser aprovado pelo Ministério da Agriculta, e tem um rito processual para que aconteça. Todo processo é homologado e oficial perante o Ministério, e é importante porque vai chancelar que numa exposição, os dados possam ser oficiais no Brasil e possam ser reconhecidos perante a lei e perante o governo, que vai reconhecer isso perante outras raças no mundo. Desse encontro vai sair um padrão de juiz para o resto do Brasil. O processo é o mesmo que deve ser seguido nos outros países do mundo”, finaliza.

Redação Página 1

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