Polícia Civil procura “Pastor Paulo” por participação em assassinato ligado ao caso Odonto Excellence
Investigação sobre morte de diretor da empresa foi concluída
Da Redação
Ponta Grossa – A Polícia Civil do Paraná divulgou que procura Paulo Santos da Silva, conhecido como “Pastor Paulo”, apontado como um dos envolvidos no assassinato de José Claiton Leal Machado, diretor ligado à rede Odonto Excellence. O crime aconteceu em 19 de abril de 2022, em Ponta Grossa.
Segundo a investigação, Pastor Paulo teria atuado na coordenação do plano que resultou na morte da vítima. Ele foi indiciado por homicídio, pronunciado pela Justiça e é considerado foragido. Contra ele há um mandado de prisão preventiva em aberto.
O caso voltou a repercutir após a conclusão do inquérito policial, encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
José Claiton Leal Machado foi morto em frente à própria residência, em uma emboscada descrita pela Polícia Civil como uma ação planejada e executada por terceiros.
De acordo com o relatório da investigação, o empresário Oséias Gomes, fundador e CEO da Odonto Excellence à época dos fatos, foi indiciado como suspeito de ser o mandante intelectual e financiador do assassinato.
A polícia sustenta que Oséias teria utilizado intermediários para contratar executores e organizar pagamentos relacionados ao crime.
A defesa do empresário nega qualquer participação no homicídio e afirma que ele também teria sido vítima de criminosos que buscavam extorqui-lo.
As investigações apontam ainda que Diones Henrique Rodrigues Raimundo, identificado como executor direto do assassinato, já foi condenado pelo homicídio.
Outros dois investigados no caso, Wallax Alves da Silva e João Victor da Gama Cezário, foram pronunciados pela Justiça e aguardam julgamento de recursos em liberdade.
A Polícia Civil segue em busca de Paulo Santos da Silva e solicita apoio da população para localizar o suspeito.
Informações sobre o paradeiro de “Pastor Paulo” podem ser repassadas pelos telefones 197, 181 ou pelo número (42) 3219-2770. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.
O caso continua sob acompanhamento das autoridades judiciais e do Ministério Público.