Morte dos peixes do Rio Iapó: Capítulo “V”

Morte dos peixes do Rio Iapó: Capítulo “V”

ECOSSISTEMA

Os primeiros estudos da morte dos peixes do Iapó começaram com as publicações de jornais, com as informações e dados colhidos durante a navegação na bacia hidrográfica do Rio Iapó. As causas começaram a ser estudadas à partir dos seus efeitos. Naquela época, a comunicação era feita por cartas, hoje, esquecidas pela rapidez do mundo digital. A grande gota “d’água” foi à carta de consulta recebida do professor da Universidade Federal do Paraná, Hermes Moreira, estudioso com tese sobre algas marinhas. Ele lembrava que o volume pequeno de água de um rio aumenta a concentração de sais minerais, bactérias, fungos e outros microrganismos que causam doenças. Quando um rio alaga, o fitoplâncton serve de alimento para zooplâncton, este para as larvas e estas para os peixes. Com esta evidência robusta, fica a permanente indagação. “O rio é um ecossistema dinâmico que resulta da interdependência entre fatores físicos da atmosfera, solo, água e seres vivos que habitam e oferecem condições favoráveis à sobrevivência, ao desenvolvimento e a reprodução das espécies. Portanto o desequilíbrio do ecossistema do rio poderá causar a morte de peixes. “O destino embaralha as cartas, e nos jogamos” (Schopenhauer). Mas, “a Ciência é um dom de Deus.”

Continua nas próximas edições do Página Um News.

Redação Página 1

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