PM divulga detalhes de ataque a tiros que deixou um morto e um ferido em Ponta Grossa
Homem de 39 anos morreu no local; proprietário do estabelecimento, de 22 anos, foi socorrido e encaminhado para atendimento hospitalar
Da Redação
Ponta Grossa – A Polícia Militar divulgou neste sábado (20) novos detalhes sobre o ataque a tiros registrado na tarde de sexta-feira (19) em um estabelecimento comercial localizado no bairro Cara-Cará, em Ponta Grossa. A ação criminosa resultou na morte de um homem de 39 anos e deixou ferido o proprietário do comércio, de 22 anos.
Segundo informações repassadas pelo 1º Batalhão da Polícia Militar (1º BPM), a ocorrência foi registrada por volta das 16 horas. Quando as equipes chegaram ao local, encontraram um homem de 39 anos, que estava no estabelecimento como cliente, já sem sinais vitais.
A segunda vítima, um jovem de 22 anos, proprietário do comércio, recebeu atendimento das equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e foi encaminhado para uma unidade hospitalar do município.
De acordo com os levantamentos realizados pelas equipes policiais, um homem entrou no estabelecimento e efetuou diversos disparos contra as vítimas. Após a ação, o suspeito deixou o local realizando novos tiros contra a porta do comércio.
Na sequência, o autor fugiu correndo pela via pública e embarcou na garupa de uma motocicleta conduzida por um segundo indivíduo que o aguardava para a fuga.
Durante as diligências realizadas após o crime, a motocicleta utilizada pelos suspeitos foi localizada abandonada às margens de uma rodovia próxima ao local da ocorrência.
Equipes da Polícia Civil, Polícia Científica e Instituto Médico-Legal (IML) também estiveram no local para os procedimentos periciais e início das investigações.
A motivação do crime ainda não foi divulgada oficialmente. A Polícia Militar informou que segue prestando apoio às investigações e orienta que informações que possam contribuir para a identificação ou localização dos envolvidos sejam repassadas de forma anônima pelos telefones 181 ou 190.
O caso segue sob investigação das autoridades competentes.