Nevoeiro e neblina exigem mais atenção nas rodovias

Nevoeiro e neblina exigem mais atenção nas rodovias

Matheus de Lara

Motoristas que trafegam pelas estradas federais e estaduais, muitas vezes têm a visibilidade prejudicada por conta de neblina, cerração e até mesmo de fumaça. Foi o que aconteceu na manhã de quinta-feira (21), quando houve lentidão no trecho da BR-277, na serra de São Luiz do Purunã, por conta da incidência de neblina – que é um fenômeno atmosférico cuja formação está relacionada com a presença de umidade no ar e com as baixas temperaturas.

Para saber quais pontos de baixa visibilidade os condutores podem enfrentar na região, a reportagem do Página Um News conversou com o chefe da delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Ponta Grossa, Luis Fernando Berteli. Segundo ele, nessa época do ano sempre tem muita formação de neblina. “Em geral ocorre na BR-277 entre Campo Largo e Palmeira, também nos pontos da BR-277, quilômetro 140 ao 126 (Serra São Luiz do Purunã), na BR-376 (Curitiba a Ponta Grossa) região do Rio Tibagi (km 530/528), também na BR-376 (trecho entre Alto do Amparo e Imbaú) – quilômetro 430 ao 384, e na região da BR 373 (Ponta Grossa a Imbituva) entre o quilômetro 194 ao 198”, explica Luis Fernando Berteli.

Orientações

A PRF também orienta como garantir a segurança em condições de restrição de visibilidade. Alguns pontos destacados são: fechar os vidros, diminuir a velocidade, mas sem freadas bruscas, manter o farol baixo ligado e nunca usar o farol alto nessas situações, sempre manter uma distância segura em relação ao veículo que está à frente, sinalizar qualquer mudança de direção, não parar no acostamento, e se precisar, procurar parar o mais afastado possível da pista de rolamento, e após, ligar o pisca-alerta.

Além dessas orientações, a PRF alerta, também, que jamais deve-se ligar o pisca-alerta com o veículo em movimento, e que caso se depare com uma cortina de fumaça, ou neblina, o motorista não deve parar sobre a pista e só fazer a travessia se houver visibilidade suficiente, além de ligar o sistema de ventilação no modo re-circulação para evitar que a fumaça entre no veículo.

Foto: PRF

Redação Página 1

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