Deputada defende a prorrogação dos contratos de quase 10 mil funcionários PSS nas escolas até dezembro

Deputada defende a prorrogação dos contratos de quase 10 mil funcionários PSS nas escolas até dezembro

Da Assessoria

A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) usou do seu espaço de participação na sessão remota desta quarta-feira (31) na Assembleia Legislativa do Paraná para defender a prorrogação dos contratos de funcionários e funcionárias do Processo Seletivo Simplificado – PSS nas escolas até dezembro deste ano. Em função da pandemia e porque essa é uma categoria que vem trabalhando para garantir o funcionamento de diversas atividades escolares, mesmo nesse período de aulas remotas, os contratos dos funcionários e funcionárias PSS, que se encerrariam em dezembro do ano passado, haviam sido prorrogados até a data de hoje, 31 de março de 2021. “Não tem como funcionar as escolas sem esses trabalhadores, que garantem hoje a entrega da merenda escolar e do material pedagógico e que asseguram a pontualidade e organização da documentação escolar, ou seja, sem eles a escola não funciona e fica inviável, ainda, implementar protocolos de biossegurança quando as aulas puderem voltar a ser presenciais”, informa a deputada.

Luciana pede ao governador Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD), em requerimento endereçado também ao secretário de Estado da Educação e do Esporte, Renato Feder, que olhe com atenção especial a essa situação. “São quase 10 mil pessoas. Não é sensato acrescentar mais trabalhadores nos indicadores do desemprego. Já passam de 14 milhões de pessoas vivendo esse pesadelo no país. Apelo ao governador que olhe com atenção especial para esta situação”, disse a deputada Luciana.

Em vídeo de divulgação, postado nas redes sociais, a APP-Sindicato destaca ainda como pautas de reivindicação dos funcionários e funcionárias PSS, além da prorrogação dos contratos até dezembro deste ano, a revogação da Lei da Terceirização e a necessidade de realização de concurso público para a contratação desses trabalhadores para as escolas do Paraná. “A situação é crítica e vivemos uma insegurança de trabalho. Na maioria desses 9.700 funcionários e funcionárias estão senhoras prestes a se aposentarem, que são arrimos de família e cujas chances de encontrarem, neste momento, uma recolocação no mercado de trabalho são remotas. Precisamos que o governo seja sensível a essa questão”, disse o diretor da Secretaria de Funcionários e Funcionárias do Núcleo Sindical Curitiba Sul da APP, Paulo Souza Lima. “Essas pessoas sabem que se for aberto contrato de terceirização desses serviços agora, não serão contratadas. É muito triste”, acrescentou.

Redação Página 1

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