Feira de Imóveis surpreende em número e volume de negócios

Feira de Imóveis surpreende em número e volume de negócios

Da Redação

Duas semanas após a realização da 1ª Feira de Imóveis de Castro, a Imóveis Prática divulgou o resultado dos quatro dias de realização. Em volume e número de negócios, foram mais de R$ 8 milhões, surpreendendo positivamente, isto considerando imóveis rurais e urbanos, entre comerciais e residenciais. Para Sônia Mainardes, diretora da Imóveis Prática, o maior número de vendas foi de lotes e terrenos. “Foram 26 lotes vendidos, um pequeno imóvel rural, apartamento e casas. Acredito que foram em torno de 11 negociações ao todo”. Para
Sônia algumas negociações iniciaram na Feira e ainda estão sendo finalizadas.

Quanto aos imóveis para locação “efetivamos uma locação comercial bastante expressiva e uma locação residencial popular. É importante frisar que a locação tem uma dinâmica mais administrativa e embora estivéssemos com toda a estrutura no local para proceder análise de cadastros e até mesmo confecção de contratos, culturalmente as feiras não possuem esse serviço, as pessoas nos procuraram mais no sentido de tirar dúvidas sobre garantias contratuais, formas de locação (prazos, valores, documentação, entre outros)”, acrescentou.

Outra surpresa positiva, ainda falando de locação, foram as visitas de proprietários em busca de administração para seus imóveis. Muito dessa demanda é ocasionada pela oferta de segurança nos contratos, uma boa análise cadastral, sistema de comunicação com locatário e locador totalmente informatizado e com canais digitais exclusivos, bem como a administração que é feita do IPTU e claro, a garantia que oferecida no aluguel. “Os proprietários estão cada dia mais conscientes da importância de se ter uma administração especializada para seus imóveis. Minimizar riscos de inadimplência, possíveis desgastes judiciais, problemas de manutenção na desocupação do imóvel, enfim, o custo e benefício de se deixar um imóvel para a Prática administrar é inquestionável, pela tranquilidade e segurança que proporciona ao locador”, ressalta Sônia.

Nos sentido geral “o objetivo maior de oportunizar espaço para a população tirar suas dúvidas, receber orientações e nos trazer suas necessidades, foi alcançado. Hoje, seguramente, temos uma leitura mais aprimorada das demandas reprimidas, o que acaba nos conferindo, como consequência, maior propriedade, inclusive, para orientar investidores no sentido de definir como e exatamente em que perfil de imóveis investir, para ter um retorno garantido”, detalhou a diretora.

Quanto a expectativa de um próximo evento “ainda estamos sob efeito [risos] desse evento e precisamos agora, respeitosamente, analisar toda essa demanda. A realização de uma feira tem que ter um comprometimento maior do que apenas ser uma vitrine, um show room de produtos e serviços. Precisamos consolidar o conceito de feira de negócios imobiliários como um veículo verdadeiro de oportunidades diferenciadas. Isso envolve escolha minuciosa dos produtos a serem ofertados, das promoções, da logística e claro, do momento econômico da cidade, do país. A demanda é o que nos fará decidir a próxima data. Mas, confesso que já existe um clamor por parte da nossa equipe para realizarmos uma outra Feira de Negócios Imobiliários no mês de dezembro, época em que entendemos que há uma movimentação financeira diferenciada, em razão de décimo terceiro, participação de lucros, e uma organização familiar mesmo no sentido de investimentos para o ano seguinte. Mas, ainda é especulativo falarmos sobre isso”, concluiu Sônia Mainardes.

Redação Página 1

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