Morre aos 82 anos Hideaki Joboji, economista de formação que marcou a vida profissional e comunitária de Castro
Da Redação*
Castro – Faleceu neste sábado (19), aos 82 anos, Hideaki Joboji, economista natural de Mirandópolis (SP) que construiu parte significativa de sua trajetória profissional e familiar em Castro. Ele morreu no Hospital Santa Casa de Misericórdia, em Ponta Grossa, onde realizava tratamento. O velório acontece na Capela 01 da P.A.F. Funerária Castro Centro.
Conforme as informações repassadas à reportagem, será realizado culto da Seicho-No-Ie às 14 horas deste domingo (20), seguido do cortejo, às 15 horas, para o Cemitério Frei Mathias, onde ocorrerá o sepultamento.
Mensagem dos filhos ao pai:
“Hoje nos despedimos de alguém muito especial. Uma pessoa que deixou muito mais do que lembranças: deixou amor, ensinamentos, histórias e marcas que permanecerão para sempre em nossos corações.
A saudade será imensa, mas será acompanhada pela gratidão por todos os momentos vividos, pelos sorrisos compartilhados e pelo privilégio de ter tido sua presença em nossas vidas. Que Deus o receba em Seus braços e lhe conceda o descanso eterno.
Sua presença física se foi, mas seu amor e suas lembranças permanecerão para sempre conosco.
Descanse em paz.”
Nascido em 3 de janeiro de 1944, Hideaki era filho de Yusaku Joboji e Hana Joboji. Ele chegou a Castro em 1971, vindo de São Paulo, onde trabalhava como funcionário do Centro Administrativo de Cotia (CAC). Entre 1988 e 1997, exerceu função na Comercial Sul Paraná S/A, inclusive como diretor.
Casado com Keiko Ueda Joboji, Hideaki teve quatro filhos: Nancy Akie Joboji, Nádia Terumi Joboji, Alexandre Hideaki Joboji e Otávio Hideaki Joboji (in memoriam). Na família, além de pai, era avô de Luiza e Pedro, que, segundo Nádia, tinham grande carinho pelo avô, a quem chamavam de “ditchan”.
Para Nádia, mesmo o pai aposentado, nunca deixou de trabalhar. Também atuou na preservação e na valorização da cultura japonesa em Castro. Ao longo dos anos, contribuiu com a Escola Japonesa de Castro e com a Associação Cultural e Esportiva de Castro (ACEC).
Sua trajetória espiritual também esteve ligada à Seicho-No-Ie, onde atuava como preletor e realizava palestras em prol do movimento de iluminação da humanidade.
A trajetória de Hideaki Joboji deixa marcas na família, na comunidade japonesa e em diferentes segmentos da vida profissional e social de Castro.
Fica o respeito desse jornal a Hideaki Joboji e que Deus conforte todos os seus familiares.