Homem de 69 anos é preso por suspeita de abuso sexual contra duas netas

Investigado foi localizado no Jardim Gralha Azul; vítimas têm 7 e 11 anos, segundo apuração do NUCRIA

Da Redação

Ponta Grossa – Homem de 69 anos foi preso preventivamente na quinta-feira (24), em Ponta Grossa, durante uma investigação conduzida pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (NUCRIA). Ele é investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra duas netas, de 7 e 11 anos.

A ordem judicial foi cumprida por policiais civis na residência do investigado, localizada no bairro Contorno, na região do Jardim Gralha Azul. A prisão ocorreu após o avanço das diligências reunidas no inquérito policial conduzido pela delegada titular do NUCRIA, Ana Paula Cunha Carvalho.

A investigação teve início depois do registro de um boletim de ocorrência, em 5 de junho deste ano. O caso também chegou às autoridades a partir de relatos formalizados pela comunidade escolar, que resultaram em procedimentos de revelação espontânea envolvendo as crianças.

No decorrer da apuração, as duas meninas foram identificadas como possíveis vítimas. A investigação aponta que os supostos abusos teriam ocorrido em ocasiões nas quais elas permaneciam na casa do avô.

O inquérito reuniu diferentes elementos para subsidiar a apuração, entre eles procedimentos de escuta especializada realizados pelo setor de psicologia do NUCRIA, registros audiovisuais e termos de declarações.

Investigado nega as acusações

Durante o procedimento policial, o homem foi interrogado na presença de um advogado e negou as acusações atribuídas a ele.

A prisão preventiva foi cumprida por decisão judicial no curso da investigação. O caso é apurado como possível crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal, além das disposições legais relacionadas à violência doméstica e familiar.

Depois dos procedimentos decorrentes do cumprimento da ordem judicial, o investigado foi encaminhado ao sistema penitenciário estadual, onde permanece à disposição da Justiça.

As identidades das crianças não foram divulgadas para preservar seus direitos e evitar qualquer forma de exposição.

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