Castrolanda avança em eficiência operacional e soma mais de R$ 35 milhões em ganhos com melhoria contínua

Da Assessoria

Castro – A Castrolanda tem consolidado a melhoria contínua como um dos principais pilares estratégicos de sua atuação, com resultados expressivos em eficiência operacional, produtividade e engajamento de colaboradores. Desde 2021, a cooperativa já acumula mais de R$ 35 milhões em ganhos financeiros por meio de projetos estruturados, que somam mais de 100 iniciativas implementadas no período.

Somente em 2025, os projetos de eficiência operacional geraram cerca de R$ 8,7 milhões em ganhos, com foco na redução de desperdícios, otimização de processos e aumento da capacidade produtiva. As iniciativas estão distribuídas entre diferentes áreas de negócio, como agrícola, carnes, leite e batata.

Além dos projetos estruturados, o programa Kaizen, voltado à melhoria contínua no dia a dia, também apresentou resultados relevantes. Ao longo de 2025, foram implementados 1.422 Kaizens, superando a meta estabelecida para o período. As ações resultaram em mais de 58 mil horas otimizadas, refletindo ganhos significativos em eficiência e produtividade.

Engajamento das equipes

Outro destaque é o engajamento das equipes, cerca de 41% dos colaboradores da cooperativa já participaram de iniciativas de melhoria contínua, fortalecendo a disseminação da cultura organizacional e incentivando a autonomia na identificação de oportunidades de melhoria.

De acordo com Everton Cruz, supervisor de BPMO da Castrolanda, o avanço do programa ao longo dos últimos anos está diretamente ligado ao aumento da maturidade das áreas e ao direcionamento estratégico dos projetos.

“Hoje conseguimos atuar de forma mais estratégica, conduzindo projetos que impactam diretamente o cooperado, ao mesmo tempo em que capacitamos as equipes para desenvolverem suas próprias melhorias no dia a dia”, destaca.

Eficiência

Entre os exemplos de impacto está a redução de travas em processos de faturamento, que afetavam o atendimento ao cooperado. Após a implementação de melhorias, o índice caiu de aproximadamente 6% para menos de 1%, aumentando a agilidade e a eficiência no processo.

Outro projeto relevante foi a redução de paradas na unidade de batata frita, que gerou um ganho financeiro superior a R$ 300 mil ao ampliar a disponibilidade produtiva.

Para Isabela Neves Micheletti, analista de processos BPMO da Castrolanda, os resultados vão além dos números e refletem uma transformação cultural dentro da cooperativa.

“O principal ganho para a cooperativa ao incentivar esse tipo de iniciativa é a consolidação de uma cultura de melhoria contínua, incorporando esse mindset à rotina e à essência do trabalho de todos os colaboradores. Em um cenário cada vez mais dinâmico e inovador, estar preparado para se adaptar rapidamente às mudanças do mercado deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade estratégica”, afirma.

Segundo ela, os impactos também são percebidos em produtividade, qualidade e segurança. “Além dos ganhos financeiros, os projetos têm gerado avanços significativos em produtividade, qualidade e fortalecimento da cultura organizacional. As equipes ganham mais autonomia para identificar oportunidades e implementar melhorias, muitas vezes simples, que geram impactos relevantes no dia a dia”, complementa.

Entre os exemplos, estão melhorias em processos produtivos e sistêmicos, como a redução do tempo entre etapas de produção, além de iniciativas voltadas à segurança, que eliminaram a necessidade de acesso a espaços confinados e reduziram riscos operacionais.

Metodologias estruturadas

A condução dos projetos de Eficiência Operacional segue metodologias estruturadas, como o ciclo DMAIC (Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar), além da aplicação de conceitos Lean e Kaizen. As iniciativas envolvem equipes multidisciplinares e contam com acompanhamento técnico ao longo de todas as etapas, garantindo consistência e sustentabilidade dos resultados.

Ainda segundo Everton Cruz, para os próximos anos, a Castrolanda pretende ampliar ainda mais a cultura de melhoria contínua, com foco no desenvolvimento de lideranças, uso de dados na tomada de decisão e maior autonomia das áreas na condução de projetos, além de engajar ainda mais colaboradores.

A estratégia está alinhada ao planejamento de longo prazo da cooperativa, que prevê o fortalecimento da eficiência operacional como um dos caminhos para garantir competitividade, inovação e sustentabilidade do negócio rumo ao Horizonte desejado.

 

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