Morte dos Peixes do Rio Iapó: Capítulo III

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O inverno do ano de 1963 foi um período de seca, com pouca chuva e baixo volume de água do Rio Iapó, com morte de grande quantidade de peixes. Dr. Bernardo Pusch Junior (Dr. Bube), diretor chefe do Posto de Saúde Pública, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, cujo objetivo era fiscalizar, observar a saúde, estabelecer normas de prevenção contra as doenças da população castrense. A sua cultura científica, com os recursos da época, organizou um grupo de voluntários para pesquisar e estudar a causa da morte dos peixes do Rio Iapó. Fizeram parte deste grupo o pesquisador e estudioso dos peixes do Rio Iapó, Urbano Borges Martins e o Laboratório Castrolabor de José Almeida Fonseca. Naqueles dias que sucederam à doença e morte dos peixes, foi realizado um planejamento de trabalho teórico e prático, como aquisição de conhecimentos através da literatura e ensinamentos de estudiosos. Na prática de campo, percorrer o Rio Iapó, seus afluentes e registrar as alterações encontradas, e colher água para análise. Foi um trabalho, onde cada componente procurou “vender o seu peixe” de conhecimento, de forma didática. Uma certeza se cristaliza: “Sem sonho não há vida.”

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