Ex-policial é preso em Ponta Grossa após condenação por tentativa de homicídio

Mandado foi cumprido pela Polícia Civil após decisão do Tribunal de Justiça do Paraná que fixou pena de 9 anos e 6 meses em regime fechado

Da Assessoria
Ponta Grossa – A Polícia Civil do Paraná (PCPR) , por intermédio do Setor Operacional da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa e do Setor de Homicídios da mesma SDP, realizou na manhã de hoje o cumprimento de um mandado de prisão contra um ex-policial militar condenado pela tentativa de homicídio de um empresário local, crime este ocorrido em dezembro de 2022.

A ação ocorreu em Ponta Grossa e é resultado de uma nova decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). O Tribunal fixou a pena definitiva do réu em 09 anos e 06 meses de reclusão, a serem cumpridos rigorosamente em regime fechado.

Com a nova determinação judicial, foi revogado o benefício da monitoração por tornozeleira eletrônica, que permitia ao homem permanecer fora do sistema prisional.

Histórico do Caso

O crime ocorreu quando o indivíduo, então policial militar, invadiu a residência de um empresário em Ponta Grossa com o intuito de assassiná-lo. Na ocasião, o autor estava fardado, embora fora do seu horário de serviço, e agiu motivado por questões de ordem pessoal. O caso gerou grande repercussão na região dos Campos Gerais devido às circunstâncias da agressão.

Procedimentos

Após a prisão efetuada pelas equipes da 13ªSDP o homem foi encaminhado à Penitenciária Estadual de Ponta Grossa, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento do restante da pena em regime fechado.

A Polícia Civil reforça o seu compromisso com a aplicação da lei e a segurança da comunidade, garantindo que decisões judiciais de alta periculosidade sejam cumpridas com agilidade e eficiência.

Defesa da vítima fala em “sentimento de alívio” após prisão

O advogado Herculano Filho, que representa o empresário vítima do caso ao lado do advogado Fernando Madureira, afirmou que a família recebeu a prisão do condenado com alívio. Segundo ele, a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, que revogou a prisão domiciliar e determinou o cumprimento da pena em regime fechado, representa um passo importante no desfecho do processo.

“É com sentimento de alívio que a vítima e sua família recebem a comunicação da prisão do condenado”, declarou o advogado.

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