Defesa de Filipe Martins alega “perseguição política” após prisão

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Da Redação*

Ponta Grossa – A defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins, preso pela Polícia Federal em Ponta Grossa na manhã desta sexta-feira (2), disse que o cliente está sendo vítima de “perseguição política”. Filipe foi condenado a mais de 21 anos de prisão por envolvimento na trama golpista; ele era assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, também condenado pelo STF.

Em vídeo encaminhado à imprensa, o advogado Jeffrey Chiquini disse que Filipe está “há mais de 600 dias cumprindo todas as determinações judiciais” e que “está sendo punido por não ter feito nada de errado”. Segundo a ordem de prisão preventiva determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, o ex-assessor descumpriu medidas cautelares durante a prisão domiciliar; ele teria usado uma rede social, prática vetada pela decisão.

Prisão em casa

Filipe Martins estava em prisão domiciliar em Ponta Grossa desde o último sábado (27). Na quarta-feira (31), ministro do STF decretou a ordem de prisão preventiva, cumprida nesta sexta. O ex-assessor foi levado à cadeia, mas a PF não deu mais detalhes sobre a ação. Na segunda-feira (29), segundo a decisão, Filipe teria acessado a rede social Linkedin.

*Com informações do portal Diário dos Campos, parceiro de conteúdo do Página Um News

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