Da Redação*
Curitiba – O nome do ex-governador Beto Richa (PSDB) voltou a ser mencionado em julgamento, nesta semana. Desta vez, o atual deputado federal teve seu processo da Operação Piloto, deflagrada em 2019, arquivado. Foi o que decidiu o juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, Roger Vinicius Pires de Camargo Oliveira.
Segundo o magistrado, as denúncias feitas pelo Ministério Público (MP) não apresentavam provas ou a individualização das condutas dos acusados. Ainda de acordo com o juiz, houve relevante alteração recentemente na Lei de Improbidade Administrativa.
Relembre o caso
O objetivo era a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida, ainda em 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, em favor de agentes da esfera pública e privada no Paraná, em contrapartida ao possível direcionamento do processo licitatório para investimento na duplicação, manutenção e operação da rodovia estadual PR-323 na modalidade parceria público-privada.
A Operação ainda envolveu mais 12 nomes, entre pessoas físicas e jurídicas: Ezequias Moreira Rodrigues, Deonilson Roldo, José Richa Filho, Jorge Theodócio Atherino, Ocaporã Administradora de Bens S/A e Start Agência de Notícias Ltda.
*Com Assessoria