Terceiro investigado da Operação Agulha Negra é preso em Castro por comércio ilegal de medicamentos

Suspeito estava foragido desde a primeira fase da operação, que apura a venda clandestina de medicamentos para emagrecimento e produtos sem procedência comprovada.

Da Redação

Castro – A Polícia Civil prendeu, no fim da tarde de quinta-feira (11), mais um investigado na Operação Agulha Negra, que apura um esquema de comercialização ilegal de medicamentos em Castro. O homem foi localizado na região central da cidade após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva.

Com a nova prisão, sobe para três o número de pessoas detidas no decorrer da investigação. A operação teve sua primeira fase deflagrada no último dia 2 de junho, quando policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão e prenderam dois suspeitos envolvidos no suposto esquema.

As investigações apontam que o grupo atuava na importação, armazenamento, transporte e venda de medicamentos sem origem comprovada, incluindo produtos utilizados para emagrecimento. A distribuição, ainda conforme a apuração policial, ocorria por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e entregas diretas aos consumidores.

O homem preso nesta quinta-feira já havia sido identificado durante a primeira etapa da operação. Na ocasião, a residência dele foi alvo de buscas, oportunidade em que os policiais apreenderam diversos frascos de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outros produtos cuja procedência não pôde ser comprovada. Desde então, ele era considerado foragido.

Após ser capturado, o investigado foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto responde às acusações relacionadas ao caso.

A Polícia Civil informa que a Operação Agulha Negra continua em andamento. Os investigadores buscam identificar outros possíveis integrantes do esquema e esclarecer a dimensão da rede de distribuição dos produtos comercializados de forma irregular.

Informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou 181, do Disque-Denúncia.

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